Como Lidar Com Mostrengos (Estafermos) no debate Online?

 Breve introdução


Por: Abdul Hassíb Momade 

DEBATES e conversas desnecessárias e improdutivas na internet, são uma das razões da perda de grande parte do nosso tempo essencial para a realização de algumas actividades importantes e relevantes. Especificamente quando tu é um muçulmano e estudante. Na mesma ocasião em que tu está debatendo no facebook por exemplo, seria a mesma ocasião em que estaria estudando suas lições académicas, revendo as lições religiosas, realizando trabalhos académicos ou realizando actividades religiosas necessárias.

O factor problema não é exactamente o debate em si, porque realmente existem debates necessários, dignos de serem motivados. Mas os factores que possam ser repugnantes são:

 Sobre o que tu está debatendo? Qual relevância de debate-lo? Com quem tu está debatendo? Em que ocasião está debatendo?

E eu diria que o factor principal e que possa mais ser repugnante é “com quem tu está debatendo”!


Mostrengos (Estafermos)

O facebook está lotado de muitos indivíduos desonestos intelectualmente, ignorantes, estúpidos, asnáticos e sobre tudo os "trolls".

São estes que vão ti reter e ti isolar horas e horas no facebook, explorando o teu rico tempo em debates, que basicamente tem sido apenas troca de ofensas. Em Debates desses não se trata sobre quem realmente tem razão ou quem está certo. Eles consistem na covardia de vencer na base da "concorrência sobre quem mais sabe ofender ou ridicularizar o outro incluindo a sua crença" ou sobre quem é que pode "calar o outro". Mas nem sempre a ideia de Mostrengos (Estafermos) é calar o seu oponente. Geralmente ele tem essa ideia quando vê que está perdendo e cansando devido a inutilização e frustração das suas artimanhas. 

Caso contrário, ele pode crer mais que isso, elaborando falsas acusações ofensivas e xingamentos provocativos, para te cativar ainda mais no que ele chama de "debate", isto quando ele percebe que tu está ignorando ele e suas artilharias.


Por mais que a tua intenção seja de um debate honesto, civilizado, respeitoso e compreensivo em relação a opinião do outrem, e não saiba ofender como ele, enquanto tu não for perseverante, ele acaba te motivando a isso.

E na verdade "críticas" ou temas de debate destes indivíduos são assim: questões acompanhadas por ofensas ou acompanhadas por falsas acusações. Se tu se concentra em responder as críticas, parece aceitar as ofensas ou as falsas acusações, e se tu se concentra em refutar as falsas acusações parece ser incapaz de responder às suas críticas. E falando disso, refiro principalmente de cristãos. A minha experiência foi basicamente debatendo com eles. Apesar de existir ateus assim.


Debate Religioso

Em primeiro lugar, eu chamo de debate religioso todo o debate que envolve a discussão de "crenças". E falando de crenças, não me refiro apenas as crenças religiosas, mas qualquer cúmulo ou padrão de informações que deixam lacunas. Ou seja: um padrão de informações que não possui evidências factuais consistentes e incontestáveis. 

Portanto, falando de debate religioso, refiro-me daquele que envolve a discussão de informações que não possuem evidências factuais consistentes, incontestáveis e facilmente verificáveis.

E são nestes tipos de debates onde os trolls estão em grande quantidade, defendo suas crenças absurdas como se fossem factos científicos incontestáveis, e ofendendo e humilhando os demais na base delas.


Como seria um debate religioso necessário, honesto, respeitoso e compreensivo?

Em primeiro lugar estabelecemo-nos nos objectivos óbvios de um debate, que são:

1) A partilha ou exposição de ideias ou crenças, com o intuito de persuadir os demais a aderirem nela; 

2) Criticar as ideias ou crenças alheias a fim de provar por meio de raciocínio concludente de que estas são opostas a verdade ou que são desarazoadas;

3) Apresentar sua ideia, opinião ou crença, como a correcta e a melhor em relação as outras.


Para mim, só pode ser considerado por "debate religioso" se a discussão envolver pelo menos um desses objectivos.

Nós sabemos que geralmente em qualquer religião existem diferentes pontos de vistas, visões ou interpretações que derivam seitas, e assim como em próprias seitas existem diferentes pensamentos e posicionamentos entre os seus seguidores. Então para que o debate seja saudável, respeitoso e honesto:

O primeiro requisito - seria a pessoa conhecer a seita ou o posicionamento do seu oponente nesta religião, de modo que as críticas não se alarguem para o que não faça parte da crença deste, nesta religião.

Por exemplo, eu não posso debater a respeito da trindade com um testemunha de Jeová, apesar de isto fazer parte do cristianismo. Assim como não posso elaborar críticas envolvendo citação de informações que não fazem parte da bíblia seguida por evangélicos, debatendo exactamente com estes, apesar de existirem seitas cristãs que as usam.

Eu simplesmente vou me focar naquilo que ele segue, crê e defende nesta religião. O que não é o que acontece quando um Mostrengo cristão critica o islão.

Ele não respeita a tua opinião, e nem seu posicionamento nesta religião. Ele criticar-te-á pelo que lhe apetece, levando em conta todo cúmulo de crenças e informações professadas em qualquer canto do islão. E ainda vai além disso, inventado coisas que não fazem parte da crença islâmica, e ainda defendendo irracionalmente de que estas fazem.


O segundo requisitopara que o debate seja honesto e respeitoso, é não julgar a crença do nosso oponente pelos princípios da nossa crença.

 É como quando alguém diz que a camisa do fulano é feia porque não é igual ou semelhante a minha.

Exactamente o que o cristão monstrinho faz, ele julga o islão não pelos princípios da lógica, mas pelos princípios da sua crença e pelos princípios de ideias ilógicas que só cabem na sua mente.

Porém, há casos em que nós podemos julgar a crença do nosso oponente a partir dos princípios da nossa crença. Concretamente quando antecipadamente tivermos provado e convencido ao nosso oponente, que o tal princípio da nossa crença é racional, e goza de princípios da lógica.


O terceiro requisitoé não desmentir do nada, a crença do nosso oponente. 

"Respeitar a crença do outro não é acreditar nela nem pratica-la, mas é não desmenti-la sem provas"

Ou seja: o facto de não desmentir a crença do outro, não quer dizer que acreditas nela. Mas se a desmentes sem provas, então a desrespeitas.

Lembre que para ambos os lados (entre o adversário e o oponente) estamos discutindo informações que não possuem evidências factuais consistentes, incontestáveis e facilmente verificáveis. O que também não quer dizer que são necessariamente falsas por isso.

 Então o Mostrengo faz-se de esquecer disso, do nada passa desmentir a tua crença por conta do ódio que ele tem contra ela, na esperança de exigir-te provas a favor, em casos de tu recusar a sua negação. Quando por exemplo é um ateu, ele faz parecer que desmentir é mesmo que não acreditar. Enquanto estes são dois conceitos muito diferentes.

Ateísmo por definição, apenas é a ausência da crença na existência de pelo menos um deus. O que é bem diferente de desmentir a sua existência. Já o desmentir uma crença do nada, é uma outra crença.

Matematicamente podemos codificar uma “crença” pelo número 1 (uma unidade positiva);

A ausência dela ou o “não acreditar” nela codificamos pelo número 0 (zero unidade - não-negativo e não-positivo);

Ao passo que “desmenti-la” codificamos por  (uma unidade negativa).

Isso quer dizer que “o não crer”, não subtrai em nada no crer: 1 + 0 = 1

Enquanto “o desmentir” subtrai e anula o crer: 1 + (-1) = 0.

Portanto, quem desmente sem provas, está devendo ao crente em valor absoluto, o mesmo preço do crer!

O apelo a ignorância é alternativa recorrida pelo monstrinho quando ele percebe que realmente a sua negação é uma outra afirmação que carece de fundamentação. Então ele aplica o seguinte raciocínio:

"A crença A é falsa porque não há nada que a comprova"

Mas a verdade é que se houvesse disponível algo que a comprova, não seria mais crença. Portanto, ele está afirmando que toda crença é falsa (o que não é verdade). 

Se for um Mostrengo cristão dizendo isto, então por certo, ele está arranhando inclusive as suas crenças.

Se for um ateu fazendo esta afirmação (já que ele alega não ter crença alguma), então nos contentamos com os seguintes raciocínios:

Desmentir a afirmação A é fazer uma outra afirmação B.

Raciocínio do ateu:

"Afirmação A é falsa porque não foi comprovada. Portanto B é verdade"

Então reformulamos a premissa principal:

Desmentir a afirmação B é fazer uma outra afirmação A.

Refutando a afirmação do ateu:

"Afirmação B é falsa porque não foi comprovada. Portanto A é verdade"


O problema é que o Mostrengo quer desmentir a custo zero a nossa crença. Uma crença pode ser desacreditada ou acreditada sem provas. Ao passo que desmenti-las, ou exigir provas a favor delas, é ilegítimo, amenos que isso seja uma resposta, quando o nosso oponente é o primeiro a desmentir a nossa crença ou a tentar impor a sua crença para nós.


O quarto requisitoé que enquanto debatemos não pode parecer que estamos impondo covardemente a nossa crença ao nosso oponente. O nosso discurso tem que sempre ser de persuasão e não pode ser como o Mostrengo faz: infligindo insensatamente aos seus oponentes a aderirem suas crenças e ideias tolas.

Se temos provas de que a crença do nosso oponente é falsa não é necessário desmentir, apenas apresentamos as provas para ele, então que seja ele a decidir se abandona sua crença ou não. Se mesmo com as provas ele resiste, nós não temos nada a ver com isso.


O quinto requisitoé o controlo de nossa própria linguagem em relação a pessoa com quem debatemos.

Ou seja, acompanhar as minhas críticas por ofensas só porque sei que o meu oponente irá responder a minha crítica.

Eu não posso por exemplo num debate usar palavras pejorativas desnecessariamente somente por querer provocar a ira do meu oponente, dificultando a sua idealização de respostas que refutam as minhas críticas ou, simplesmente com a intenção de desmotiva-lo a responder-me.

Esses são os 5 (cinco) requisitos suficientes para que o debate seja honesto e respeitoso. O Mostrengo não consegue nem tão pouco debater sem pisar e desrespeitar esses requisitos. Então basta no debate ver que o nosso oponente não dá consideração pelo menos um destes requisitos, já temos um bom motivo para duvida-lo como um MONSTRO!


Então como lidar com quem não se sujeita aos requisitos para um debate religioso respeitoso?

O problema é que quando um debate é longo, sem consenso e extremamente violento, é porque pelo menos um dos lados está desacatando os requisitos. Geralmente isso acontece quando tu não sabe lidar com o Mostrengo, quando tu tenta abandonar o debate ele ti cativa com xingamentos provocativos, e quando tu responde-o até parece estar tentando apagar o fogo com gasolina. É daí que o debate perdura e ainda sem produtividade nenhuma.

A partir do momento em que tu percebe que o teu oponente desacata os requisitos, tu como ser humano, pode usar suas tácticas do seu instinto natural, de como lidar com ele. Caso não tenha, eu sugiro as três tácticas:


A) A táctica da perseverança

Não se precipite em responder as ofensas dele, antes preocupe-se em entender seguramente bem a principal ideia do seu argumento. E responda pacientemente conforme isso.

B) A táctica do líquido/sopro 

Seja prudente, há casos em que nós podemos apagar o fogo apenas com o sopro, e há casos em que ao tentar apagar o fogo com o sopro mais atiçamos, que significa que nestas condições a única solução é água (líquido). 

É exactamente isso que acontece no debate. Há casos em que nós podemos encurralar o Mostrengo de igual modo, com xingamentos que inutilizam os seus. E há casos em isso só vai piorar as coisas. Então que seja prudente ao tomar decisões!


C) A táctica de questões retóricas

Esta táctica consiste na tentativa de tu levar o seu oponente para um debate respeitoso. Tu procuras fazer com que se desmoralize e se desonre pela sua própria atitude. Isso funciona mais com questionamentos retóricos que tu o colocas.

Isto é: tu o colocas questões retóricas, cujas respostas são óbvias, e que também refutam ou ridicularizam o seu comentário ou postagem. E também pode se dizer que tu o colocas questões com intuído de refuta-lo a partir de suas próprias respostas.

Resumidamente tu te empreendes na elaboração de questões, em que ele ao se esforçar em responde-las correctamente, perceberá que está se auto-refutando.


Afinal quem é este tal de Mostrengo do debate religioso?

Mostrengo do debate religioso é um troll, um indivíduo que além de desacatar os requisitos para um debate saudável e respeitoso, ele procura tornar o debate para si o mais caro e difícil possível, enquanto barato e fácil para ele. O objectivo do Mostrengo é fazer com que sinta vergonha da tua religião ou crença, para que posteriormente abandones dela. E não importa para ele se com isto tu não aceitas a crença dele.

Um Mostrengo cristão quando debate com um muçulmano, o objectivo é apenas tornar o muçulmano como um "não-muçulmano", se sendo assim tu serás ateu ou sem religião, isso não importa para ele. O que importa para ele é tu deixares da tua religião. Então diríamos que ele é um "SATANÁS" feito de pessoa debatendo consigo. 

Está vendo? Os objectivos de um Mostrengo vão muito além dos objectivos óbvios e canónicos de um debate religioso.


Afinal como lidar com um Mostrengo?

Há muitos ex críticos do islão que por sua sensatez, honestidade, e compromisso com a verdade, acabaram convertendo-se ao islão. Isso NUNCA se pode esperar de um Mostrengo, enquanto ele continuar Mostrengo.

Acções de um Mostrengo dividem muçulmanos em quatro grupos:

Grupo 1: São muçulmanos que por instintos humanos particulares, conseguem ser tão habilidosos na argumentação ao ponto de encavilha-lo e encurrala-lo no debate, sem saberem nada a respeito da sua existência. São portanto, um grupo de muçulmanos habilidosos que nada sabem da sua existência, apenas debatem com ele como qualquer pessoa normal. Mas mesmo com isso conseguem conter este monstrinho!

Grupo 2: São muçulmanos que ignoram da sua existência, porém quando ousam debater com este acabam sendo impacientes, e mostram uma face ou um comportamento violento, que consistem em insultos exagerados e agressões verbais, como as ameaças de execução ou alguma coisa parecida.

E como é que o Mostrengo interpreta isso? É claro, ele dirá que o “islão é uma religião fraca que não suporta crítica”. Ele vai julgar estupidamente o islão em geral, pela impaciência de alguns muçulmanos. Ele afirma covardemente que o islão não suporta crítica, esquecendo-se que é a única religião que ele mais critica, e que é a mesma religião que ele já vem criticando a anos, sem acontecer quase nada com ela.


Grupo 3: São muçulmanos que ignoram da sua existência, porém que ousam debater com este, e acabam perdendo a paciência e vontade de “defender” o islão, e isto sendo um dos primeiros sinas de apostasia. Por debater tanto com mostrengos, sem nenhuma produtividade, chegam um momento em que estes muçulmanos dizem:

 "Que seja, ou que venha, Allah e Mohammed para defender a sua religião. Estou fora". 

Estes muçulmanos esquecem que defender o islão ideologicamente é o Jihad (esforço) mais difícil. Uma das razões é que o seu perder é tornando-se apóstata. Enquanto o perder do jihad-guerra é virando herói e mártir (que é um ganho também).

Quando os muçulmanos (Grupo 2) pensam em usar a força e a violência, por consequência das críticas contra o islão, é por causa de ser tão difícil. Ou seja: eles prefeririam que fossem a campo de batalha, lutassem, fossem mortos, ou exterminassem os Mostrengos, do que suportar um debate com eles.

Isso evidencia o quanto difícil e trabalhoso é confrontar um Mostrengo no debate!


Grupo 4: São muçulmanos que, o conhecendo, ignoram-no ou simplesmente abandonam-no ou bloqueiam-no.

O problema é: enquanto tu abandona ele ou bloqueia-lhe, ele fica jactancioso, orgulhando-se, se passando de um guerreiro invicto e temível. E pior ainda, desviando outra gente.

É por causa disso que eu sugiro aos muçulmanos a estudarem-no, para conhecerem suas artimanhas, "seu estilo de combate", seus pontos fracos, sobre tudo, SEUS TRUQUES!

Na verdade eu não estou definitivamente dizendo que só podem ser ateus ou cristãos. Não nego que existam muçulmanos que se comportam assim no debate, em relação as crenças dos outros. E para qualquer dos lados eu detesto este mau aspecto.

Estou falando principalmente de Mostrengos cristãos porque são eles os mais frequentes nos debates, e olha que todas características de Mostrengos que estou apresentando aqui, foi com cristãos que as constatei.

Se um debate é difícil e trabalhoso para si, não quer dizer que o teu oponente é necessariamente um Mostrengo. 

Não se classifica alguém como um Mostrengo pela dificuldade que enfrentamos no debate, mas pelas fraudes, falácias, artimanhas e sobre tudo, os truques que estes usam nos debates, para tornar o debate mais caro e difícil para ti, enquanto barato e fácil para eles, em um contexto em que não devia, ou devia ser o contrário.



OS PRINCIPAIS TRUQUES DO MOSTRENGO (ESTAFERMO)


1. Truque de sopro do pó de pimenta

Fonte-Imagem: Web

Imagine numa luta competitiva entre duas pessoas. Um dos lutadores sente que está perdendo, ou quando antecipadamente sabe que não ganharia enquanto justa a luta, ele inventará outros meios irregulares para ganhar a todo custo. E estes, sendo o de soprar poeira no olho do seu oponente. Enquanto o seu oponente se concentra na tentativa de livrar-se das dores nos olhos, ele fica aplicando-lhe vários socos e ponta pés até parecer o vencedor.

A poeira soprada é as várias ofensas acompanhadas por falsas acusações a respeito da tua crença, que o Mostrengo te vai aplicar em um comentário. Estas geralmente são tão complexas para refutar, e por envolverem ofensas, causam nervos! E enquanto ele conseguir te deixar nervoso, tu perdes a habilidade de idealizar uma resposta sensata e racional. Ou seja: ele já conseguiu meter nos seus olhos spray de pimenta!


2. Truque de revivificação de fezes

Imagina num debate onde o teu oponente fez uma falsa acusação e acompanhada por ofensas. Tu pacientemente refuta-o, após, um longo tempo discutindo arduamente, e respondendo as suas várias tentativas de refutar a sua resposta. Então ele abandona ou apaga a postagem, e posta novamente! 

E aí, como tu se sentes? É claro, exausto e esgotado. Este é o objectivo deste truque. 

Eles (os Mostrengos) baseiam-se no ditado de que quando mais mexes as fezes, mais elas fedem. Então tu tentas-te enterra-las, mas ele recuperou, reviveu e mexeu novamente.

Isso quer dizer que ao refuta-lo ou ao derrota-lo, não implica que ele nuca fará as mesmas críticas, mesmas ofensas ou acusações. Porque neste contexto um Mostrengo é irrefutável, e isto não no sentido de ele sempre ter razão, mas no sentido dele ser um teimoso, boçal, retardado e desonesto, que nuca vai lhe pesar consciência em repetir e insistir postar o que já foi refutado.

A única coisa que tem que comentar nessa sua nova postagem é:

"Mesmo molhando e mexendo bostas secas, nunca voltarão a cheirar como antes!"

Esta (na minha opinião) será uma pancada que o fará lembrar-se das tuas refutações, e isto vai desfazer a tua exaustão!


3. Truque da reciclagem do cão hóspede

Fonte-Imagem: Site

A palavra reciclagem tem várias definições de acordo com as diferentes formas de reciclagem. Mas aqui nos baseamos com a que consiste na separarão, ou na selecção e na recolha de materiais numa lixeira (depósito de resíduos sólidos complexos), quer devido ao sua importância e utilidade, quer devido à sua natureza nociva e inutilidade.

Neste caso, o depósito de resíduos sólidos complexos é as chamadas "fontes islâmicas", que envolvem todos os livros escritos por "muçulmanos". Exemplificando: livros de hadithes, tafsires etc.

Esta comparação faz sentido, porque assim como nem todo lixo serve ou é inútil, assim são as "fontes islâmicas". Nenhum muçulmano segue ou acredita todo cúmulo de informações contidas nelas.

A cada seita, ou especificamente, para cada muçulmano, tem o seu critério de selecção de informações úteis para CRER e seguir, deixando o que fica para trás, como lixo, inútil ou nocivo!

Então o cão hóspede (Mostrengo), quando vem não vai respeitar o teu critério de selecção. É semelhante quando um cão vai para lixeira e pega uma escartável usada e suja, ou um animal morto fedorento, e traz para casa.

 Será que é isto de útil que tu, dono de casa, vai a procura na lixeira?

Este truque consiste num profundo desrespeito do primeiro requisito:

"para que o debate seja saudável, respeitoso e honesto, o primeiro dos requisitos seria a pessoa conhecer a seita, ou o posicionamento do seu oponente nesta religião, de modo que as críticas não se alarguem para o que não faça parte da crença deste, nesta religião."

Se o teu oponente não respeita isto, fique 100% ciente que de facto ele é um Mostrengo. Ele é tão desonesto que chega até a inventar coisas que nem em tais lixeiras (fontes islâmicas) podem ser encontradas. 

Um dos propósitos deste truque é de lhe proporcionar um grande e árduo trabalho em ter que refuta-lo. Em quanto ele livre, e sorrindo de você.

Ou seja: um cão ti viu na lixeira procurando algo útil para reciclar. Em contra partida ele vai para lixeira, pega impurezas e traz para tua casa. Enquanto tu ocupa-se em fazer limpeza e devolver as impurezas para lixeira, ele está bem tranquilo fazendo a sexta, e sorrindo de você! Este é o Mostrengo!


4. Truques de advogação das agulhas

Fonte-Imagem: Site

O truque de advogação das agulhas consiste em diferentes maneiras, sendo por isso que chamei-os de "truques". É um conjunto de truques correlacionados, a partir dos quais o Mostrengo mostra o seu carácter mais capcioso, desgraçado e totalmente desajuizado. Se alguém não tem essa característica pode ser completamente excluindo na lista dos Mostrengos!

4.1 Advogando Mentiras

Ele defende como "verdade" a uma mentira, só porque esta vai "contra" a crença do seu oponente. E se existe um jeito de classificar um Mostrengo como muito eloquente, é quando ele "advoga as agulhas".

Estamos falando de informações provadas minuciosamente como falsas, ou informações irreais, duvidosas e totalmente sem nada que fundamenta de maneira epistemológica a sua veracidade. Ele usa essas informações e com a sua cabeça erguida passa a defende-las irracionalmente como verdades incontestáveis.

4.2 Advogando interpretações erróneas 

Acontece quando o Mostrengo banca "o advogado" das traduções falsas, que atribuem aos versos corânicos palavras que não podem ser encontrados nele e, consequentemente, que exprimem ideias obviamente erradas.

Existem várias traduções, interpretações ou explicações contraditórias do alcorão, feitas por muçulmanos. Sabemos que quando duas traduções são contrárias, só há duas possibilidades: a de ambas estarem erradas, e a de pelo menos uma estar errada.

Se uma tradução não só está errada, mas também exprime uma ideia errada, ou cientificamente falsa, o Mostrengo a usará como a tradução certa, defendendo grosseiramente que ela está perfeita, não lhe importando se esta traduz correctamente ou não o verso corânico.


4.3 Advogando os actos imorais irregularmente vinculados aos islão

Entende-se que ele pressupõe que todo muçulmano é "por natureza" uma pessoa boa, mas que foi vítima da religião do islã. Daí então, qualquer acto violento, indecente, injusto e imoral que qualquer "muçulmano" fizer, ele arranjará um jeito de botar ou vincular a culpa ao islão, inocentando estupidamente o próprio criminoso. Mesmo que isso de facto seja algo condenado no Corão, ou mesmo que isto não passe de clara distorção da mensagem corânica. 

Se alguém é ladrão, estuprador, assassino etc., não sendo muçulmano, ele simplesmente é considerado um mau, criminoso e culpado de seus actos. Mas se ele identificar-se de muçulmano enquanto mantém o seu mau comportamento, a comunidade de Mostrengos passarão a considera-lo mais uma vítima "da religião da paz". Ironicamente associando seus actos imorais ao islão. O que na mente de Mostrengos está é cheio de ódio e cheio de desonestidade intelectual.


4.4 O uso de termos científicos em contextos inapropriados

A maioria de Mostrengos na verdade é analfabeta científica. O truquinho do uso inapropriado de conceitos científicos exigentes de muita rigorosidade (as quais nem tão perto podem satisfazer) serve para advogar as agulhas. Só que se lascam quando deparam-se com um oponente intelectual.

Exemplificado: Um Mostrengo acha que "Prova " ou "Demonstra" simplesmente apresentando uma informação retirada de fontes indecisas com frouxo poder de credibilidade. 

Pelo seu grau de analfabetismo científico, não concebe que onde se fala de "provar" ou "demonstrar" envolve nela rigorosos procedimento da metodologia científica, o uso de raciocínio lógico, uso de técnicas estatísticas de descrição e análise de dados, o teste de hipóteses a partir de experimentos e experiências, apresentação de axiomas a favor a hipótese alternativa, bem como a apresentação de factos reais e precisos.


5. Truque de aldrabagem do camaleão

Vale alertar que estes truques o Mostrengo usa fase em fase, um após outro. E se ele encontra um jeito de usa-los todos ao mesmo tempo o faz. Como no caso do truque da aldrabagem. 

Todo Mostrengo é por natureza um trapaceiro safado. O truque de aldrabagem funciona em três formas:

5.1 Quando a crítica vem do seu oponente

Um Mostrengo nunca jamais se empenhará em responder de maneira clara, honesta, segura e sensata as tuas críticas, obviamente ele é incapaz de defender suas crendices. Então em postagens onde suas crenças absurdas são criticadas, ele faz uma revolta, elaborando ofensas e falsas acusações contra tua crença, e assim desviando de ti o foco do tema de debate. Ou seja, o constante criticar a tua crença, ele usa de escudo para se livrar das críticas contra a sua crença. Em uma postagem onde ele estaria defendendo a sua religião, ele vira cassete fazendo com que seja de novo tu, a defender a tua crença, e ainda por cima faz perecer, ou acha que fazendo isto, está defendendo a sua religião.


5.2 Quando a crítica vem dele (o Monstro)

 Provavelmente quando ele consegue ou acha que já conseguiu te deixar fatigado, exausto, distraído ou confuso, elabora falsas induções ou falsas deduções citando versos corânicos, ou a partir das outras falsas acusações ou a partir dos resultados das suas reciclagens informais. Este truque funciona em paralelo ao de advogação das agulhas. 

Isto é: ele apresenta as agulhas, em seguida apresenta as suas falsas induções ou deduções, enquanto tu tentar redarguir as agulhas, ele advoga-as, e enquanto tu tentar refutar as falsas deduções, ele tenta conduzir-te na aceitação involuntária das agulhas, livrando-se do duro trabalho de advoga-las.


5.3 Quando a crítica é dele e tu o refutas tão facilmente, ou quando a crítica é tua, mas para responder ele completamente não consegue como arrancar...

De maneira camouflada ele vai ligando este tema de debate com outros assuntos, procurando conduzir-te a um tema que ti seja difícil. Caso consiga, então fará disso como refutação dele geral do tema anterior. Debate deste jeito até chega de parecer que ele quer debater sobre todos assuntos da tua religião numa só postagem. Mas quando sempre que ele anexa ao debate um tema marginal tu o refutas, ti acusará estupidamente e desonestamente de cometer a falácias de espantalho (geralmente).


 6. Truque de golo sem remete

Imagine que tu estava jogando futebol, as tantas, do nada tu ouves gritos de manifestação dos seus adversários alegando de que meteram golo, ou seja, te ganharam. Enquanto tu critica a eles para que possam explicar esta aberração, visto que além deles ninguém viu e reconheceu este golo, e nem para perto da baliza a bola chegou. Então eles aumentam com muita força o volume de seus gritos, associados com xingamentos. E assim fazendo com que os demais só ouçam a eles, e não te ouçam, e assim fazendo com que os demais se convençam de que realmente tu foste derrotado. E geralmente é isto que tem parecido!

Este truque origina-se quando tu inutilizas todos seus outros truques, e ele já está cansando, mas não quer ti deixar confortado com tua vitória. Então ele posta comentários longos, envolvendo desdém e vários emojis de risos em gargalhadas, encobrindo os teus comentários aos outros leitores.

A função "truque do golo sem remate" tem como ponto débil, o truque da “a falsa promessa do lobo”: consiste em ele inventar um jeito de refutar-te a partir de uma mentira, que quando o insistes para provar a sua veracidade, te ridiculariza dizendo que tu deve ser muito ignorante por não saber nada respeito, ou mente de novo dizendo que no instante está ocupado e que responderá depois, e nunca mais responde.

E a função "truque do golo sem remate" tem como ponto crítico, a recorrência do truque de revivificação das fezes. Isso quando ele usa o truque da “a revolta da criança mimada”, te recolocando as mesmas críticas já respondidas e refutadas, fazendo parecer que isto não aconteceu. Aparentemente, para que tu desista por irritação ou exaustão, ficando assim ele, com a sua vitória ilusória.



Qual é o impacto das acções de um Mostrengo no seio dos muçulmanos?

Uma outra questão seria: se um Mostrengo é um indivíduo nunca convencível, qual seria o proveito em ter que confronta-lo?

Na verdade Mostrengos inimigos do islão são exactamente os indivíduos que Allah chama-os de "kafir". O termo "Kafir" nunca significou "não-muculmano" no geral, de acordo com as interpretações cuidadosas do alcorão. Mas os próprios "Mostrengos" fazem parecer assim.


Um Kafir é caracterizado pela sua reacção negativa, ou pelo seu comportamento rude, de repugnância e de extrema aversão, quando a mensagem alcorânica de Allah alcança sua mente, a partir dos seus órgãos dos sentidos. Alguns desses são hipócritas, vivendo como "muçulmanos", e denegrindo a imagem do islão através de suas falas e seus actos imorais e violentos. 

Os outros são mostrengos, os quais, tu notas desdém e um tanto de ódio desproporcional quando lhes chega algo dos sinais de Allah. É este ódio que se estende até para contra muçulmanos!

Entre os muçulmanos e não muçulmanos, aqui no meio existem pessoas que no alcorão são consideradas de "kafires". Quando estes kafires acham-se de "muçulmanos", ou se passam de "muçulmanos", chamam-se "munafiquon" (hipócritas), e os que estão entre os não-muculmamos, eis que são os Mostrengos!

Por consequência do ódio, repugnância e aversão que um Kafir tem contra o islã e contra os muçulmanos que neste mundo só querem viver em paz, em sossego, em harmonia e equanimidade com outros povos, é o que tem gerado todo sofrimento que se passa por muçulmanos!


a) Kafires (Mostrengos e munafiquon) estimulam e fomentam a homofobia e a intolerância religiosa no seio de muçulmanos:

Algumas pessoas dizem que nos países islâmicos há muita intolerância religiosa, só que esta gente ignoram o facto de que, por uma parte, isto é geralmente causado pelo desrespeito as crenças islâmicas que as tais pessoas fomentam nestes países. 

Um muçulmano em países não islâmicos, não vive blasfemando, insultando ou difamado as outras crenças. Porque o alcorão proíbe isso, e o muçulmano sabe que não fazendo isto, não significa estar gostando, praticando e nem aceitando essas crenças!

E o que o muçulmano recebe em troca? Claro, a islamofobia, blasfémia e um profundo desrespeito às suas crenças. É daí que alguns muçulmanos partem para reacções violentas! 

Eles querem ter a liberdade de desrespeitar a crença islâmica num país da maioria muçulmana, sem ter que passar por consequências em mãos muçulmanas.


b) Kafires (Mostrengos e munafiquon) conspiram para a instabilização dos países islâmicos:

É sabido no mundo todo que kafires entram em países islâmicos, armam e fortalecem grupos marginais e rebeldes (radicais ou terroristas) para combaterem governos islâmicos. São esses que em nome de suas interpretações fraudulentas matam muçulmanos, estupram mulheres, destroem casas, escolas, mesquitas e causam um grande deslocamento de muçulmanos para outras regiões. Tudo isso enquanto Mostrengo engrossa seus insultos às crenças islâmicas, vinculando estupidamente os actos destes "munafiuons" ao islão!


c) Kafires (Mostrengos e munafiquon) conspiram para que o islão e os muçulmanos sejam rejeitados em qualquer parte do mundo:

É comum ver Mostrengos cristãos implorando aos ateus para também soarem o islão e os muçulmanos. Afinal qual é a razão que os leva fazer isto?

Quando algum "atentado terrorista" protagonizado por supostos muçulmanos acontecem em países ocidentais, aí uma parte deles culpam os governos destes países por ter permitido a entrada de muçulmanos neles. Ou seja: um crime cometido por um muçulmano, não só culpam o islão, mas também culpam todos muçulmanos. Ignorando vários outros países onde há muçulmanos vivendo em paz face a face com outras pessoas.

O ocidente é da maioria cristã, e nele encontra-se alguns países mais perigosos em termos de homicídios e criminalidades no mundo. Mas nenhum nacional de um país ocidental é rejeitado pelo comportamento de um subgrupo. E eles imploram que os muçulmanos no geral sejam rejeitados, e até produtos "halales" supervisionados por muçulmanos, eles boicotam. Tanto e tanto ódio mórbido nos Mostrengos!

Portanto, não vale completamente nada ignorar um Mostrengo. Se tu ignoras um Mostrengo, saiba que directa ou indirectamente ti alcançarão (em quanto fores muçulmano) o mal causado pelas suas acções anti-islâmicas.

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