EXISTEM CONTRADIÇÕES OU ERROS HISTÓRICOS NO ALCORÃO??
EXISTEM CONTRADIÇÕES OU ERROS HISTÓRICOS NO ALCORÃO??
INTRODUÇÃO DESINTEGRAL
Falei e listei os erros ou fraudes que se tem cometido quando se sente dificuldade de se provar que no Alcorão existem erros ou contradições. Um deles é quando os incrédulos comparam o Alcorão com outras fontes como a Bíblia, para depois disso, absurdamente e falaciosamente, concluírem erradamente que há problemas ou erros ou contradições no Alcorão.
Nesta página estou refutantando o quinto e sexto da lista parcial dos “erros ou contradições no Alcorão ”. Veja as anteriores Aqui e Aqui!
Quando os inimigos invejosos do islam comparam o Alcorão com outras fontes contestaveis afim de forçar que existem contradições no alcorão, apenas nos deixam mas seguros que lá não existem!!
(Afirmar que no Alcorão existem erros palas difrenças Bíblia - Alcorão, é claramente uma incompetência de encontrar contradições dentro do Alcorão).
Por mais que eles digam que se trata de erros ou contradições no Alcorão, isso não é contradições no Alcorão, mas é contradição entre Alcorão e outras fontes contestaveis, segundo o alcorão e quem crê na veracidade do Alcorão!
Portanto, sempre que se tratar de “contradições” dessa natureza, as respostas do islão do muçulmano atento serão críticas que também directamente ou indirectamente irão atacar as próprias fontes usadas e não só, mas também faze-las claro o quanto são sem sentido.
REFUTANDO
(5ª) “Contradição” — Citação:
5. Alexandre, o Grande: Segundo o Alcorão (Surah 18:89-98), Alexandre, o Grande, foi um devoto Muçulmano e viveu até idade avançada. Os registros históricos, porém, mostram que Alexandre morreu jovem aos 33 anos de idade (353 – 323 a.C.), e acreditava ser divino, forçando as outras pessoas a reconhecerem-no como deus. Na Índia, no rio Hyphasis (agora rio Beas), Alexandre erigiu doze altares dos deuses do Olímpo. Mais uma vez o Alcorão mostra erros históricos e religiosos.
REFUTANDO
(I) 5. Alexandre, o Grande: Segundo o Alcorão (Surah 18:89-98), Alexandre, o Grande, foi um devoto Muçulmano e viveu até idade avançada.
Trata-se de que Alcorão mesmo?
Vou citar os versículos para analisarmos juntos se pelo menos o que se disse se enquadra com o que consta no Alcorão:
“Até que, chegando ao poente do sol, viu-o pôr-se numa fonte fervente, perto da qual encontrou um povo. Dize-lhes: viu-o pôr-se numa fonte fervente, perto da qual encontrou um povo. Dissemos-lhe: Ó Zul Carnain, tens autoridade para castigálos ou tratá-los com benevolência”.
(Alcorão 18:86)
“Disse: Castigaremos o iníquo; logo retornará ao seu Senhor, que o castigará severamente”
(Alcorão 18:87)
“Quanto ao crente que praticar o bem, obterá por recompensa a bem-aventurança, e o trataremos com brandura”
(Alcorão 18:88)
“Então, seguiu (outro) rumo”
(Alcorão 18:89)
“Até que, chegando ao nascente do sol, viu que este saía sobre um povo contra o qual noa havíamos provido nenhum abrigo”
(Alcorão 18:90)
“Assim foi, porque temos pleno conhecimento de tudo sobre ele”
(Alcorão 18:91)
“Então, seguiu (outro) rumo”
(Alcorão 18:92)
“Até que chegou a um lugar entre duas montanhas, onde encontrou um povo que mal podia compreender uma palavra”
(Alcorão 18:93)
“Disseram-lhe: Ó Zul Carnain, Gog e Magog são devastadores na terra. Queres que te paguemos um tributo, para que levantes uma barreira entre nós e eles?”
(Alcorão 18:94)
“Respondeu-lhes: Aquilo com que o meu Senhor me tem agraciado é preferível. Secundai-me, pois, com denodo, e levantarei uma muralha intransponível, entre vós e eles” (Alcorão 18:95)
“Trazei-me blocos de ferro, até cobrir o espaço entre as duas montanhas. Disse aos trabalhadores: Assoprai (com vossos foles), até que fiquem vermelhas como fogo.(863 ) Disse mais: Trazei-me chumbo fundido, que jogarei por cima” (Alcorão 18:96)
“E assim a muralha foi feita e (Gog e Magog) não puderam escalá-la, nem perfurá-la”
(Alcorão 18:97)
“Disse (depois): Esta muralha é uma misericórdia de meu Senhor. Porém, quando chegar a Sua promessa, Ele a reduzirá a pó, porque a promessa de meu Senhor é infalível”
(Alcorão 18:98)
Se ao verificarmos e analisarmos os versículos acima chegarmos a conclusão de que não se enquadra neles nada do que se disse, então a última parte [Os registros históricos, porém, mostram que Alexandre morreu jovem aos 33 anos de idade (353 – 323 a.C.)] passa a ser inútil para refutar porque não terá nenhum enquadramento também.
Deixando de lado o facto de ser uma mentira de que o Alcorão fala que um indivíduo confundido por Alexandre “foi um devoto Muçulmano e viveu até idade avançada.”, já que isso não consta no intervalo fechado de todos os versículos citados... O principal problema está na palavra “Zul Carnain” que foi confunda por Alexandre Magno. Porém, em todas as traduções de inglês, português, francês etc, em nenhum momento a palavra “Zul Carnain” foi traduzida por Alexandre.
Como até mesmo os tradutores equivocados do Alcorão confundem “Zul Carnain” com Alexandre, eu vou mostrar um pouco sobre o que significa e quem foi “Zul Carnain”. Veremos que afinal “Zul Carnain” pela sua história, não tem nada em comum com Alexandre magno!
Como vimos, os versículos citados não dizem nada que tenha algo em comum com Alexandre magno, isso torna absurda a ideia de que “Zul Carnain” é Alexandre magno, como veremos também sobre a sua história.
O QUE SIGNIFICA E QUEM É
“ Zul Carnain” ??
Dhul Qarnain = <<ذل القرنبن>>
|Sura 18:83-90|
O que significa Dhul Qarnain?
Fazendo uma comparação gramatical da palavra “Dhul Qarnain” com as palavras:
•Dhul Ãrxi
•Dhul Hijja
•Dhul Jalaal
Vemos que o que está em comum é o prefixo "Dhul" que antecede os subustantivos:
•Qarnain = dois Cornos (chifres)
•Ãrxi = Trono
•Jalaal = Magestade.
•Hijja = Peregrinação
Para o adversário perceber bem o significado do prefixo Dhul, já que é para me difícil de explicar, considere que o substantivo "bíblia" é uma palavra árabe:
Então Dhul-Bíblia, significaria O dotado, ou o possuidor de Bíblia!
•Dhul-Qarnain = Possuidor de dois (duplo) cornos, logo POSSUIDOR DE DUAS CHIFRES; Da mesma forma:
•Dhul Ãrxi = O possuidor do Trono
•Dhul Hijja = Mês (que) possui (dias) de peregrinação = mês de Hijja (peregrinação)
•Dhul Jalaal = Dotado de magestade (possuidor de magestade).
Portanto, o significado de “ Zul Carnain” é o possuidor de duas Chifres.
E a pergunta que fica é: SERÁ QUE ALEXANDRE MAGNO FOI ALGUMA VEZ CHAMADO DE “POSSIDOR DE DUAS CHIFRES” (“Zul Carnain”)??
(2) Sobre quem é “ Zul Carnain” começo citando:
“Interrogar-te-ão (os judeus) a respeito de Zul-Qarnain.”
A palavra Qarnain de “Dhul Qarnain” deriva da palavra árabe “Qarn” = chifre.
Alguns dizem que é devido a uma coroa que ele usava na cabeça, esta coroa tinha dois cornos que se pareciam como chifres.
Outros dizem que eram chifres reais que ele tinha na cabeça.
Portanto, o nome “Zil-Carnain” apenas é um atributo que lhe foi atribuído. Por causa disso, é desconhecido o seu verdadeiro nome, e muitos levianos desconhecem-no tanto no tempo e no espaço, porquê poucos se interessam da sua história.
Alguns Judeus acreditavam que Mohammed (s.a.w) era realmente profeta, por isso que sempre que tivessem alguma dúvida sobre os profetas ou sobre algumas antigas importantes personagens religiosas, eles iam perguntar à Mohammed (s.a w).
Certo dia apareceram alguns judeus à Mohammad, como de hábito, e pediram-no que ele contasse... para poderem saber alguma coisa que eles estavam convencidos que Mohammed na qualidade de profeta saberia.
Mohammad narou a sua história que no Alcorão aparece recapitulado.
Percebemos que eles (os judeus) harmoniazavam-se com esses dizeres, pois não foi pela primeira vez procurarem Mohammad para esclarecer suas hesitações.
“Interrogar-te-ão (os judeus) a respeito de Zul-Qarnain.”
“Dhul Qarnain” no tempo
Essa é a última parte, e a mais importante em deixar claro de que “Dhul Qarnain” não é Alexandre Magno que “morreu jovem aos 33 anos de idade (353 – 323 a.C.)”.
Enquanto que na verdade, a história de Dhul Qarnain vem acompanhada com um povo conhecido:
“Yajouj wa Majouj”; ele (Dhul Qarnain) viveu nessa era.
“Yajouj wa Majouj” = (Gog e Magog ) descendentes de um dos filhos de Noé.
Noé depois da sua morte deixou seus filhos, cuja descendência foi a causa da existência de difrentes tipos de raças e algumas características fisicas difrentes entre os seres humanos.
Por isso que hoje em dia são encontrados alguns esqueletos (fósseis) que fazem os seres humanos crerem que “viemos de macacos”.
Por exemplo: Eu (negro), e indianos etc são do mesmo pai (um dos filhos de Noé) [ SHEIKH AMINUDDIN MOHAMMAD, HISTÓRIAS SELECCIONADAS DO ALCORÃO - SAUTUL ISSLAM - VOLUME I]
O povo “YAJOUJ” (Gog) que são os machos deles e “MAJOUJ” que são as fêmeas, era mais verificável essas difrenças incluindo no comportamento extremamente selvagem que eles tinham em relação as outras raças humanas!
Eles tinham um comportamento mestrunço e selvagem:
“Gog e Magog (Yajouj wa Majouj) são devastadores na terra”
Alcorão 18:74
Eles viviam atacando de surpresa as aldeias, matando seus habitantes excepto quem conseguisse se esconder ou fugir para fora do alcance dos seus olhares. O mais assustador é que quando fomeados demais, até mesmo devoravam as pessoas, alem dos alimentos que recolhiam depois de muitos estragos!
Isso foi anos (séculos) depois de Noé e muito tempo antes de Ibrahim (Abraão).
“Dhul Qarnain” foi um grande rei quase conhecido por a maioria dos povos naquela altura. Ele fazia viagens a grandes distância em curto tempo através de um meio (desconhecido) que ele possuía, visitando vários povos do mundo...
O objectivo dele (do Dhul Qarnain) era de combater à idolatria e outras perversidades notáves.
Surpreendentimente, ele deparou-se com um povo que desconhecia as línguas mais comuns na aquela altura, e era o mesmo povo que já vinha sofrendo ataques do povo Jajouj wa Majou.
Para ele poder comunicar com essa gente haviam ±12 intérpretes...
“Então, seguiu (outro) rumo”(Alcorão 18:92)
“Até que chegou a um lugar entre duas montanhas, onde encontrou um povo que mal podia compreender uma palavra”(Alcorão 18:93)
“Disseram-lhe: Ó Zul Carnain, Gog e Magog (Jajouj wa Majouj) são devastadores na terra. Queres que te paguemos um tributo, para que levantes uma barreira entre nós e eles?”(Alcorão 18:94)
“Respondeu-lhes: Aquilo com que o meu Senhor me tem agraciado é preferível. Secundai-me, pois, com denodo, e levantarei uma muralha intransponível, entre vós e eles” (Alcorão 18:95)
“Trazei-me blocos de ferro, até cobrir o espaço entre as duas montanhas. Disse aos trabalhadores: Assoprai (com vossos foles), até que fiquem vermelhas como fogo.(863 ) Disse mais: Trazei-me chumbo fundido, que jogarei por cima” (Alcorão 18:96)
“E assim a muralha foi feita e (Gog e Magog) não puderam escalá-la, nem perfurá-la” (Alcorão 18:97)
Observação: Dhul Qarnain foi um homem grande, forte, todos os povos respeitavam-no; a sua postura física chamava atenção às pessoas. Ele com Deus tinha uma relação de intimidade como a dos profetas. Por isso que as pessoas confiavam que ele era capaz de tudo. Porém, para ele, a sua capacidade provinha de Deus:
“Disse (depois): Esta muralha é uma misericórdia de meu Senhor. Porém, quando chegar a Sua promessa, Ele a reduzirá a pó, porque a promessa de meu Senhor é infalível” (Alcorão 18:98)
Conclusão
É verdade que muitas pessoas (sem fundamentos) acham que Dhul Qarnain é Alexandre Magno. Mas por falta de de certeza e carência da sua história, as pessoas permanecem sem conclusões categóricas, e deixam a palavra transliteramente como está em árabe.
Na minha madrassa (Escola Islâmica) era costume os meu professores contarem HISTÓRIAS do Alcorão no fim das aulas.
Foi assim a leitura das traduções de fontes clássicas traduzidas por:
«AMINUDDIN MOHAMMAD - Histórias seleccionadas do Alcorão - SAUTUL ISLAM».
Na verdade ele não é Alexandre Magno. Por que Dhul Qarnain não é um nome é um atributo e viveu muito antes desse Idólatra; porque a história dele não tem nada em comum com Alexandre; Porque ele passou muito antes; alias, o nome Dhul Qarnain basta para concluir que não se trata de mesma pessoa!
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(6ª) “Contradição” — Citação:
6. A Trindade: Segundo o alcorão (Surah 5:116, 5:73-75), os Cristãos crêem em “três deuses” – Pai, Mãe e Filho. Isso mostra a influência de seitas Cristãs heréticas na Arábia Central nos tempos de Muhammad. Em contraste, o Cristianismo sempre teve bem claro que a Trindade consiste do Pai, Filho e Espírito Santo. O ensino do Alcorão sobre a Trindade indubitavelmente causa uma confusão entre os Muçulmanos sobre o que a Bíblia ensina sobre o Deus Triuno.
REFUTANDO
(I) A Trindade: Segundo o alcorão (Surah 5:116, 5:73-75), os Cristãos crêem em “três deuses” – Pai, Mãe e Filho.
Mentira. Nenhum dos versículos acima fala de trindade e nem fala “cristãos”.
O versículo <5:116> diz:
“...Deus disse: Ó Jesus, filho de Maria! Foste tu quem disseste aos homens: Tomai a mim e a minha mãe por duas divindades, em vez de Deus?”
Nesta passagem o Alcorão diz que eles (desrespeitando a unicidade de Deus) tratam Jesus e Maria por duas divindades - “Mindoni llah” - em vez de Allah (Deus) apenas; tratam a Jesus e a sua mãe Maria por divindades em vez de tratar como divindade a Allah apenas.
O versículo <5:73> diz:
“São blasfemos aqueles que dizem: Deus é o terceiro das três”
Esta passagem diz
“aqueles que dizem”
em nenhum momento acusa a todos os cristãos, o que deixa claro que é uma particularidade de pessoas.
E o versículo <5:75> deixa claro sobre a quem se referem:
“...portanto não existe divindade alguma além do Deus Único. Se não desistirem de tudo quanto afirmam, um doloroso castigo açoitará os incrédulos entre eles”
Alcorão 5:75
É claro que o Alcorão não fala “os Cristãos crêem”, mas diz que eles (a quem Allah os chama de incrédulos,) "dizem..."
Talvez estes cristãos que se sentiram acusados assumem serem incrédulos ao pensarem que exatamente se referiam a eles!!
Allah diz:
“Se não desistirem de tudo quanto afirmam, um doloroso castigo açoitará os incrédulos entre eles”
Alcorão 5:75
Quando Allah diz “entre eles”, mostra que, considerando os cristãos, não se referiam a todos; e os que foram referidos, Allah não os chama de “cristãos”, mas os chama de “incrédulos”.
(II) Isso mostra a influência de seitas Cristãs heréticas
Uau! Concordam que isso foi dizeres de pelo menos alguns cristãos (incrédulos), pós, está claro no Alcorão de que não se referiam a todos???!!!
(III) Isso mostra a influência de seitas Cristãs heréticas na Arábia Central nos tempos de Muhammad.
Isso é mentira. Naquela altura todos árabes com excepção dos muçulmanos, eram Idólatras e os poucos restantes eram pagãos; Os Judeus que viviam em Madinah eram estrangeiros e não eram árabes.
Não havia Igrejas em lugar algum na Arábia saudita, e nem cristãos. Mas é verdade de que alguns cristãos viajantes chegavam na Arábia vivendo lá temporariamente, principalmente por missão de negócios com os árabes.
Os ÁRABES com as suas insistências à idolatria diziam «seguimos os trilhos dos Nossos pais»
(IV) Em contraste, o Cristianismo sempre teve bem claro que a Trindade consiste do Pai, Filho e Espírito Santo.
Deixando de lado o facto de que o Alcorão e nem a própria bíblia fala de trindade, dizer que o “Cristianismo sempre (es)teve bem claro que a Trindade consiste do Pai, Filho e Espírito Santo” é uma MENTIRA CRUELMENTE e EXTREMAMENTE GROSSA!!!
Para refutar inteligivelmente a estes malandros, preciso de:
(1) Deixar claro que a palavra trindade não existe no Alcorão, e que o Alcorão não diz que eles consideram Jesus e Maria como membros da divindade (como se isso significasse uma trindade), o Alcorão apenas diz que eles além de somente Allah (Mindoni Allah) tratam Maria e Jesus como divindades - portanto, dois deuses; e dizem que Allah é o terceiro;
Se eu mostrar isso então a última parte “O ensino do Alcorão sobre a Trindade indubitavelmente causa uma confusão entre os Muçulmanos sobre o que a Bíblia ensina sobre o Deus Triuno” passa a ser inútil para refutar pois, a confusão começa quando as pessoas enganam se que no Alcorão existe a palavra trindade.
Citação
“São blasfemos aqueles que dizem: Deus é um O treceiro das três!, portanto não existe divindade alguma além do Deus Único. Se não desistirem de tudo quanto afirmam, um doloroso castigo açoitará os incrédulos entre eles.”
Alcorão 5:73
As palavras que no Alcorão são confundidas por “trindade” são transliteramente:
1ª Asthaalitho = <الثالث> (O treceiro)
2ª Asthaláthah = <الثلاثة> (Três)
A união das duas palavras:
<Asthaalitho Asthaláthah>
= <الثالث الثلاثة>
= treceiro das três.
“É blasfemos aqueles (uma quantidade especifica de pessoas) que dizem: Deus é o treceiro (الثالث) das três (الثلاثة)”
E a palavra trindade em árabe é transliteramente Asthálúth em árabe:
”الثالوث“
Essa palavra em nenhum versículo do Alcorão podemos encontrar, mas infelizmente alguns tradutores forçam as palavras
“terceiro das três” = <Asthaalitho Asthaláthah>
para significar
"trindade" = <Asthálúth>.
Allah não fala em nenhuma parte do Alcorão de que eles consideram O PAI, MAE E FILHO como um Deus. O Alcorão apenas diz que eles tratando Maria e a Jesus como divindades, alguns dizem que Allah é o terceiro.
(2) Deixar claro que apesar da palavra trindade não existir na bíblia, e apesar de nem todos os cristão crerem na trindade, não é verdade que sempre ela (a trindade) se encontrou solidamente estabelecida no cristianismo desde que este surgiu;
"Nem a palavra trindade, nem a doutrina explícita ocorrem no Novo Testamento... A doutrina desenvolveu-se com o decorrer dos séculos enfrentando muitas controvérsias"
Encyclopedia
«O Novo Testamento não contém a produzida doutrina de trindade; Não existe uma declaração expressa na Bíblia de que o pai, o filho espírito santo sejam da mesma essência»
Karl Barth, “The new International Dicionary of New Testament Theology”
« Jesus...nunca mencionou tal fenómeno e em parte alguma do novo Testamento aparece a palavra “trindade ”»
Historiador Weigal
«A formulação de "um só Deus em três pessoas" não se encontrava solidamente estabelecida na vida cristã e na sua profissão de fé antes do final do século IV; porém é precisamente esta mesma formulação que primeiro afirmou o dogma da trindade. Os padres apostólicos não disseram nada, nem sequer de forma mais remotamente aproximada, sobre uma tal perspectiva ou linha de pensamento»
The New Catholic Encyclopedia, Vol. XIV, 1964
“A palavra Trindade não aparece no Novo Testamento, nem Jesus e seus seguidores pensaram em contradizer o ensinamento do Velho Testamento: ‘Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor.’”
— Enciclopédia Barsa.
“A doutrina da Trindade . . . não tem suas raízes no início do cristianismo, e esse conceito só foi definido no fim do segundo século.”
— Library of Early Christianity —Gods and the One God (Biblioteca do Cristianismo Primitivo — Deuses e o Deus Único).
“Para a formulação do dogma da Trindade, a Igreja [Católica] teve de elaborar uma terminologia própria, com a ajuda de noções de origem filosófica.” — Catecismo da Igreja Católica.
O Historiador Will Durant observou:
“O cristianismo não destruiu o paganismo; ele o adotou… do Egito vieram a idéias de uma trindade divina”
Por todo mundo antigo, remontando a Babilônia, a adoração de deuses pagãos agrupados em três, ou tríades, era comum. Esta influência era também prevalecente no Egito, na Grécia, e em Roma nos séculos antes, durante e depois de Cristo. E após a morte dos apóstolos, tais crenças pagãs passaram a invadir o cristianismo.
www.evangelhoperdido.com.br/trindade-doutrina-paga-ou-biblica-parte-1/
No prefácio do livro History of Christianity (história do Cristianismo), de Edward Gibbon, lemos:
“Se o paganismo foi conquistado pelo cristianismo, é igualmente verdade que o cristianismo foi corrompido pelo paganismo. O puro deísmo dos primeiros cristãos foi mudado, pela igreja de Roma, para o incompreensível dogma da trindade. Muitos dos dogmas pagãos, inventados pelos egípcios e idealizados por Platão, foram retidos como sendo dignos de crença. O dicionário do Conhecimento Religioso menciona que muitos dizem que a trindade “ é a corrupção emprestada de religiões pagãs e enxertada na fé cristã”. E “O Paganismo no Nosso Cristianismo” declara: “A origem da (Trindade) é inteiramente pagã”.
“Foi a Igreja em tempos posteriores quem elaborou os detalhes da Trindade.” (Revista “Parousia”, ano 4, No. 2, pág.10).
(3) Mostrar de que existiaram e existem sim, pessoas pertencentes ao cristianismo que tratavam ou tratam a Jesus e Maria como divindades.
“O Messias, filho de Maria, não é mais do que um mensageiro, do nível dos mensageiros que o precederam; e sua mãe era sinceríssima. Ambos se sustentavam de alimentos terrenos, como todos.
Observa como lhes elucidamos os versículos e observa como se desviam.”
Alcorão 5:116
“E recorda-te de quando Deus disse: Ó Jesus, filho de Maria! Foste tu quem disseste aos homens:
Tomai a mim e a minha mãe por duas divindades, em vez de Deus (apenas)?”
Pelas propriedades e pelas particularidades da gramática do árabe, esta frase só assim tem sentido.
Se fosse assim por exemplo:
“Tomai a mim, a minha mãe e Deus por três divindades, em vez de Deus?”(??)
A questão seria:
Qual Deus? Se já está incluso??
Portanto não teria sentido, para além de que não iria parecer que este acto é injusto e um pecado grave!
No islam associar parceiro à Allah é uma grande injustiça.
Quem associar parceiro à Allah, não é considerado estar a adorador Allah, mas é considerado ser adorador de somente aquilo o qual ele O associa!
O Alcorão acusou uma quantidade especifica de cristãos passados (antes das reformas as quais agravaram a situação) associarem parceiro à Allah e ao mesmo tempo serem adoradores apenas dessas (falsas) divindades ao invés de Allah (já que as orações de quem associa parceiro à Allah, Ele não recebe, são invalidas!).
Na verdade eles artificialmente defendiam “três divindades", enquanto que na vida real, nas suas congregações e orações eles invocavam dando mais prioridade a essas duas (falsas) "divindades".
Então Allah neste versículo está a dar consideração a essa atitude deles:
“por duas divindades, em vez de Deus”
Isto porque:
Na teoria eles defendiam três divindades (pai, mãe e filho) e na prática adoravam duas divindades (Mãe e filho) julgando que isso satisfaria a Deus o “terceiro”.
Os versículos que atacam os incrédulos de entre os cristão por adorar Maria e Jesus foram revelados muito séculos antes das várias revisões e adulterações que a bíblia sofreu ao longo do tempo, e muito antes das reformas que (no cristianismo) deram origem à várias seitas cristãs que defendem a trindade a todo custo, como os protestantes e os evangélicos!
Então se os cristãos seguidores destas seitas reclamam de que o Alcorão está os interpretando mal, é batota!
Allah diz no Alcorão:
“Se não desistirem de tudo quanto afirmam...”
Isso mostra que era algo que realmente estava acontecendo, neste caso Allah mostra que eles até poderiam desistir na aquela altura!
Bem, hoje em dia muitos cristão são daqueles que defendem a “trindade”. E falando da trindade eu diria que apenas ocorreu uma substituição do espírito santo pela Maria; Porém Jesus continua sendo considerado como divindade e Allah continua sendo colocado na sua posição (no “terceiro” lugar)
ISSO FAZ COM QUE OS VERSÍCULOS (Surah 5:116, 5:73-75), DIREITA OU INDIRECTAMENTE ATAQUEM TAMBÉM A TRINDADE!
Os cristãos que falam árabe quando dizem “Allah” estão conscientes de que não estão referindo a Jesus, porém, também, acreditam que Jesus é Deus!
Enquanto que de acordo com o Alcorão:
a) A unidade de Deus não é composta; Allah é um e único, não há nada e ninguém igual a ele!;
b) Jesus não é Deus. Alem de Allah o que existe é a sua criação; Allah não pertence a nenhuma espécie das suas criaturas: Allah não é ser humano, ele é O criador dos seres humanos; Jesus é um ser humano.
c) O Espírito Santo não é uma pessoa. Quando Allah fala de “espírito santo” no Alcorão diz: <ROOH - ALQUDOS> e refere ao Anjo Gabriel! Ele é o primeiro anjo a ser criado;
Ora, Deus cria as Almas, os anjos ou os espíritos APARTIR da sua própria luz!
Deus criou Adão APARTIR do barro. O fato do anjo Gabriel ser criado partir da luz de Deus, isso não o torna Deus mas antes, o faz não passar de uma criatura!
Portanto, Além de Allah não existe mas nada excepto suas criaturas... E nenhuma criatura é Deus; Deus é o criador!!
Hojem em dia os cristãos defendem a trindade, o que significa que continuam considerando a Jesus como Deus!
Hoje existem pessoas que que adoram claramente a Maria e a tratam -na como divindade. Vejamos o que os católicos (a ceita mais antiga do cristianismo) dizem nas suas orações:
O senhor é convosco
Bendita sois vós entre as mulheres
Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus
Santa Maria, mãe de Deus
Rogai por nós, pecadores
Agora e na hora da nossa morte...
Maria “é mãe de Deus”! Será que isso não coloca a Maria em uma posição de divindade, já que uma criatura não pode nascer seu deus, mas Deus é quem cria sua própria criatura???
Será que Maria admitiria que o filho que ela própria nasceu com o seu próprio órgão, o amamentou e lhe ofereceu todos os cuidados que um bebê ou uma criança precisa.... (Ela acreditaria que) é o “Deus” criador do universo que a criou??
Uma das várias evidências, é
“A carta escrita por Asia Bibi”
Conheça a história da paquistanêsa que vivia insultando os muçulmanos e ao islão sendo que ela tinha a sua liberdade de praticar a sua religião livremente! Entrou na cadeia várias vezes e a última vez, quando ela ficou desesperada de voltar viva... Escreveu uma carta onde em um dos parágrafos diz:
(...)Não sei ainda quando me enforcam, mas estejam tranqüilos meus amores, irei com a cabeça bem alta, sem medo, porque estarei em companhia de Nosso Senhor e com a Virgem Maria, que me acolherão em seus braços.
Veja Aqui a carta completa!
Allah diz:
“Dize-lhes: Não reparais nas divindade que invocais em vez de Allah? Mostrai-me o que criaram na terra! Acaso, participariam (na criação) dos céus? Ou então lhes concedemos algum Livro, no qual pudessem basear-se? Qual! Os injustos não prometem, mutuamente, mais do que ilusões!”
Alcorão 35:40
Podemos perceber que o “senhor” que se refere aí é Jesus (“O SENHOR JESUS CRISTO”) e a Maria, que aparentemente está viva, ambos “irão divinamente lhe acolher”!!
Para os cristãos que defendem a trindade, indo nas suas casas igrejas você notará que a principal personagem tratada como divindade é Jesus!
Nós vemos nas igrejas imagens ou estátuas de Jesus e Maria sendo adoradas; sendo veneradas exatamente como se fossem divindades, mas nunca vemos sendo forjadas ou criadas imagens do “PAI” OU DO “ESPÍRITO SANTO” afim de serem adoradas ou venerandas também!
Isso apenas prova que existem sim, pessoas pertencentes ao cristianismo que tratam a Jesus e Maria como divindades exatamente como o Alcorão disse!
Para mais evidências de que a Maria é tratada como divindade até hoje acessa-te Aqui!!
Conclusão
O Alcorão, tal como a bíblia, não fala de trindade; o Alcorão apenas diz que de entre os cristãos há os (incrédulos) que dizem artificialmente que Allah (Deus) é o “terceiro das três”, enquanto que na pratica adoram Jesus e Maria!
Se um cristão não acredita nisso, isso depende ou dependeu das mudanças e reformas que o cristianismo sofreu e das seitas que essa pessoa segue, que surgiram no cristianismo depois de muitos séculos apôs os versículos em questão serem revelados!!
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